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VARIEDADES

VARIEDADES (34)

SEGREDOS  DOS  OVOS

 

O ovo caipira é um ovo dos chamados ovo galado. Ovo galado é aquele ovo gerado da galinha caipira que, sempre tem ao seu lado o galo. A galinha caipira come pelos terreiros a fora toda espécie de insetos. A galinha caipira come, escorpiões, minhocas e muitos outros. Geralmente em meio as galinhas caipiras do terreiro existe um ou mais galos. Neste caso o galo faz o cruzamento diário com a galinha caipira e, deste cruzamento é que surge o ovo, o chamado ovo galado. Por outro lado temos a galinha de granja que, geralmente fica confinada alimentando apenas de ração. O ovo de granja é gerado sem a presença do galo junto as galinhas de granjas. Geralmente tem uma qualidade de ovo certo para cada tipo de trabalho. Geralmente se usa o ovo galado para trabalhos feitos na esquerda e, os ovos de granja para trabalhos da direita.

 

NOTA:  Ovos estragados, servem para fazer trabalhos de alta magia

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SEGREDOS  DAS  ENCRUZILHADAS

 

 

Muita gente não sabe mas, para fazer um trabalho espiritual ou fazer uma entrega numa encruzilhada o sacerdote precisará ter conhecimento suficiente para lidar com esta energia forte e perigosa. Existe todo um ritual próprio para fazer uso de determinada encruzilhada para realizações de trabalhos espirituais. Primeiramente deverá saber que, os trabalhos destinados as Pombo-Giras deverão ser entregues ou realizados nas encruzilhadas fêmeas e, os trabalhos destinados aos Exús do sexo masculino deverão ser entregues ou realizados nas encruzilhadas macho, com pouquíssimas exceções atribuídas a fundamentos mais aprofundados. No caso do trabalho for com Exú do sexo masculino, antes de mais nada arrêia-se  um agrado para o Orixá Ogum bem no centro da encruzilhada e, saúda Ogum assim: Ogunhê patacurí, Ogum Jássi Jássi auanegí, patacurí!!!. Depois de ter saudado Ogum, peça a Ogum a permissão para Exú trabalhar a seu favor. Aproxima do lado esquerdo da encruzilhada e, saúda Exú assim: Kóbá Larôiê Exú !!! Exú ôxuxú onã. Agora poderá realizar seus trabalhos ou fazer as suas entregas de ebós. É aconselhável ao terminar a realização dos trabalhos ou entregas numa encruzilhada, dizer que está confiante que seus pedidos serão atendidos e, sair dalí imediatamente sem olhar para traz.

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REZA PARA  INICIAR  O  XIRÊ

 

 

Lilo Lôro Coré Babá
Atí Emum Atí Emim Babá
O Atim bé lo un Olorum Coré
Ogunhê Patacurí ao Anejí
Oxóssi alan dudú odé Golonin Ocurí Otissalé
Obaluaiê Axé Lebe le corô o Francolin,
Azoani Queregebe.
Xangô mobona que xéra já xéra
Omulú, ossãe Umberudi assá querê querê

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PAI  NOSSO  EM  YORUBÁ

 

Babá uá tingbé lorum awó loró koré
Ijó Gbaredé ifó tiré niká si laiê.
Dinauon Tun si li orum fum
Awá longiejó a lonin dári esé uá ji áuon tó.
Esé uá mafauá sinuré idan uô sugbon bucuró lonin tum la sim, amin.
Babá uá tinglé awó loró koré ijó Gbaredé ifó.
Tiré niká si laié; Dinauon tun si li orun fun
Awá longiejó a lonin dári esé uá ji auon tó
Esé uá mafauá sinurê idan uó sugbon bukoró lonin tun
la sim, Amin.

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CARGOS NO CANDOMBLÉ

 

  • Iyalorixá/Babalorixá: Mãe ou Pai em Orixá, é o posto mais elevado do ILê; tem a função de iniciar e completar o ato de iniciação dos olorixás.
  • Iyaegbé/Babaegbé: É a conselheira ou conselheiro responsável pela manutenção da Ordem, Tradição e Hierarquia. Posto somente dado a egbomis muito antigas.
  • Iyalaxé: Mãe do axé, a que distribui o axé. É quem escolhe os Oloyés de acordo com as determinações superiores.
  • Iya kekerê ou baba kekerê: Mãe pequena e Pai pequeno do axé ou da comunidade. Sempre pronta a ajudar e ensinar a todos no Ilê, substituto eventual da Yalorixá ou Babalorixá.
  • Jibonan: o cargo de jibonã (ji- dar/bí-nascer/onã-caminho — “dá caminho ao nascimento”,é a mãe ou pai /que cria e são responsáveis pela reclusão do iyawo.
  • Iyamorô: Responsável pelo Ipadê de Exú. Junto com a Agimuda, Agba e Igèna.
  • Iyaefun/Babaefun: Responsável pela pintura dos Iyawos.
  • Iyadagan: Auxilia a Iyamoro e vice-versa. Também possui sub-postos Otun-Dagan e Osi-dagan.
  • Iyabassé: Responsável no preparo dos alimentos sagrados. Todos Olorixás podem auxiliá-la, sendo ela a única responsável por qualquer falha eventual.
  • Iya Sinjé: ligada a Iyabassé nos rituais.
  • Iyarubá: Carrega a esteira para o iniciando. E usa toalha de Orixá no ombro.
  • Aiyaba Ewe: Responsável em determinados atos em obrigações de “cantar folhas”.
  • Aiybá: Bate o ejé em grandes obrigações. Tem sub-posto Otun e Osi.
  • Ològun: Cargo masculino, despacha aos Ebós das grandes obrigações, a preferência é para os filhos de Ogun, depois Odé e Oluwaiyê.
  • Oloya: Cargo feminino, despacha os Ebós das grandes obrigações, na falta de Ològun. São filhas de Oya.
  • Mayê: Mexe com as coisas mais secretas do Axé, ligadas a iniciação do Adoxú.
  • Agbeni Oyê: Posto paralelo a Mayê, divide a mesma causa.
  • Olopondá: Grande responsabilidade na inicição, no âmbito altamente secreto ligado a Oxun.
  • Kólàbá: Responsável pelo Làbá, simbolo de Xângo.
  • Ajimuda: Ajuda a Yamoro com o Ipadê de Exú. Titulo usado no culto de Oya e Geledé, também é um cargo que cuida da casa de Omolú.
  • Iyatojuomó: Responsável pelas crianças do Axé.
  • Iyasíhà Aiyabá: é quem segura o estandarte de Oxalá.
  • Sarapegbé: Mensageiro de coisas civis e de awo.
  • Akòwe: É a Secretária da casa da administração e compras.
  • Babalossayn: Responsável pela colheita das folhas. Cargo de extrema importância.
  • Axogun: Responsável pelos sacrifícios, Ogan de Ogun. Não pode errar. Responsável direto pelos sacrifícios do ínicio ao fim do ato. Soberano nestas obrigações, é quem se comunica com o Orixá para quem se destina a obrigação, transmitindo à Iyalaxé as respostas e mandamentos. Deve ser chamado de Pai. E também possui sub-posto Otun e Osi.
  • Ogalá Tebessê: Dono dos toques, cânticos e danças. Trabalha em conjunto com o Alagbê, possui sub-posto Otun e Osi.
  • Iyá Tebexê: responsável e porta voz do Orixá patrono da casa.
  • Alagbê: Responsável pelos toques rituais, alimentação, conservação e preservação dos Ilùs, os instrumentos musicais sagrados. Se uma autoridade de outro Axé chegar ao Ilê, o Alagbê, tem de lhe prestar as devidas homenagens “dobrar o Ilù”. Também possui sub-posto Otun e Osi.
  • Alagbá: Âmbito civil do Axé.
  • Àjòiè: Camareira do Orixá. O mesmo que Ekédi,  Iyárobá e Makota.
  • Ojuoba: Posto de honra no Ilê Xangô e possui sub-posto Otun e Osi.
  • Mawo: Grande confiança.
  • Balógun: Título ligado ao Ilê Ogun.
  • Alagada: Ogan que cuida das ferramentas de Ogun.
  • Balódé: Ogan de Odé.
  • Aficodé: Chefe do Aramefá (6 corpos) ligado ao Ilê Odé.
  • Ypery: Ogan ou Àjòiè de Odé
  • Irànsé: iyá responsável pelo ronkó e o iyawo.
  • Alajopa: Pessoa de Odé, que leva a caça para ele.
  • Alugbin: Ogan de Oxalufan e Oxaguian que toca o Il¦ù dedicado a Oxalá.
  • Assogbá: Ogan ligado ao Ilê Omolú e cultos de Obaluaiye, Nanã, Egun e Exú.
  • Alabawy: Pessoa que trabalha na área jurídica e que cuida dos interesses civis do Axé.
  • Alagbede: Pessoa que trabalha no ramo de ferro e metais e forja as ferramentas do Axé.
  • Elémòsó: Ogan ou Àjòiè de Oxaguian, ligados ao Ilê Oxalá e toda sua indumentária.
  • Oba Odofin: Ligado ao Ilê Oxalá.
  • Iwin Dunse: Ligado ao Ilê Oxalá.
  • Apokan: Ligado ao Ilê Omolú.
  • Abogun: Ogan que cultua Ogun.
  • Iyá Otun / Babá Otun: braço direito do zelador, pessoa de confiança do zelador.
    Iyá Osí / Babá Osí: braço esquerdo zelador, pessoa de confinça mdo zelador.
    Asògbá: Homem responsável pelo quarto de Omolú.
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ORIXÁ  AYRÁ

 

AYRÁ era um dos servos de confiança de Xangô. Oxalufã (ÓÒNÍ DE IFÈ ) fez uma visita as terras de Oyó onde Xangô (Obá de Oyó) reinava. No caminho de volta Xangô se negou a carregar Oxalufã até seus domínios como uma forma de submissão a Oxalufã, então designou tal missão a Ayrá. Este por sua vez não só ajudou Oxalufã como o carregou nas costas até seus domínios. Ayrá tentou tirar partido da situação intrigando Oxalufã contra Xangô. Ayrá tentou convencer Oxalufã que Xangô fora o único culpado dele Oxalufã, ter passado os sete anos sofrendo maus tratos na prisão de Oyó, acusado de ser o ladrão dos cavalos de Xangô. Mas, Oxalufã não cedeu a seu veneno e perdoou Xangô, que sabedor do acontecido cortou relações com Ayrá pela traição. Oxalufã ficou grato pela submissão de Ayrá e lhe concedeu o título de seu primeiro ministro, fazendo dele seu mais fiél amigo, motivo pelo qual Ayrá come diferente de Xangô.

Foi-lhe concedido comer em sua gamela o arroz, a canjica e o mingau de acaçá, sendo-lhe proibido o dendê e o sal. Por motivo de rivalidade com Xangô, não se deve colocá-los juntos na mesma casa nem em cima de pilão. Sua gamela é oval e seus ornamentos prateados.

Seu assentamento é na gamela oval e não leva pilão. A fogueira lhe pertence e é acesa pelo lado esquerdo. Dentro da fogueira coloca-se:

 

- Um tacho de cobre com 12 quiabos

- Uma pedra, representando o ODUN ARÀ

- Frutas.

 

QUALIDADES

 

Intilé - Veste  branco e é ligado a Yêmanjá Sobá e Oxum Karê. Foi ele quem carregou Oxalufã nos ombros e tentou coloca-lo contra Xangô , dizendo que ele teria passado os sete anos na prisão por culpa de seu filho,Xangô. Por isto existe uma Kizila entre Ayrá e Xangô, não podendo Ayrá ser posto em cima do pilão , pois provoca a ira de Oxalufã. Come com Exú.

 

OSUIBURU - Veste o preto e caminha nas trevas com Exú  e  Egum. Este Orixá  não se raspa.

 

AYRÁ AYRÁ: Come com Oxalá e veste branco. Caminha junto com Ogum Já, se não assenta-lo Ayrá não caminha e a pessoa para no tempo Portanto tem que assentar também Ogum-Já..

AYRÀ OCÌ: Idêntico ao Ayrá Ayrá, só que é calmo.

AYRÀ IBONÃ: É o pai do fogo. Veste branco.

AYRÀ OMONIGI: É um Ayrá muito quente e filho do fogo. Se provocado solta fogo pela boca. Come com Oxum.

ALAMODÉ: É um Ayrá menino. Come com Yêmanjá e Oxaguiã. Ogum-já fica a seus pés.

AJOSSIN: É o dono do camelo. Não tem medo da morte como Xangô de dendê. Veste branco.

EPOMIN: Foi êle quem brigou e destronou Omulú.

ADJAOSSI: O verdadeiro esposo de Obá. Brigou com Ogum-já. Veste branco. Ogum-já fica em outro quarto.

YIGBOMIN ou BOMIN: É bom conselheiro, dono da verdade, reina nas águas junto com Oxum. Não faz nada sem perguntar a Oxalá.

ETINJÀ: Depende de Ogum-já para caminhar, é guerreiro e cruel, não recusa uma batalha. Veste branco.

YBONÂ: É o Ayrá da quentura.

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OLUBAJÉ

 

 

É a festa de celebrar os bens da natureza ofertada ao homem, os participantes do Olubajé comem sobre folhas de mamona, pratos naturais que reunem as comidas dos diversos Orixás em celebração a Obaluaiê. As comidas partilhadas com as pessoas estabelece uma aliança entre a comida, o orixá e a natureza. Os elementos da natureza estão representados em seus ingredientes, cria um vínculo entre o sagrado e a memória ancestral de nossas comunidades de terreiro. Obaluaiê, o Rei da Terra (Obá =Rei / Aiyê = Terra) – Senhor das doenças e das curas, conhecido como o dono da varíola e das epidemias. Considerado o médico dos pobres, pois também é orixá da cura. Quando jovem é guerreiro, caçador e lutador. Quando mais velho é conhecido como Omulú (Senhor das terras quentes – Ilé Igbona), é o sábio, feiticeiro e guardião. Cobre-se de palha, escondendo as marcas de seu corpo, e a luz intensa de que é formado e com palha guarda o segredo da vida e da morte. Seu Xaxará serve para espalhar e limpar as doenças do mundo. A ele devemos nosso respeito e consideração, saber silenciar e respeitar o espaço do sagrado e o sagrado que está dentro de cada um de nós. Silenciar para aprender. Caminhar com respeito e cuidar do seu espaço e respeitar o dos demais. Valorizar aquele que caminha desde antes da existência de cidades e vilas, desde antes da idade dos metais, que caminhou por todos os cantos do mundo, vivenciou e superou todas as dores. É um Orixá antigo e severo por saber o que é de fato necessário. É neste momento que reverenciamos Obaluaiê, o Tempo, o Irôko, Ossãe e Oxumarê. Momento de silêncio e aprendizado. São todos Orixás antigos e ligados à sabedoria.

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FUNDAMENTOS  ENTRE ORIXÁS

 

Na maioria das vezes  estes  fundamentos descritos abaixo  quando aparecem , faz–se  o  primeiro Orixá e vira – se o outro Orixá ainda no Roncó  apenas para receber o ejé .  Em resumo, os fundamentos são os seguintes :

 

 

OGUM – JÁ ( Na Umbanda é Ogum Matinada ) = Fundamento Com Oxalá
OGUM – OARES ( Ogum Beira Mar , Sete Ondas Ou iara ) = Fundamento Com Oxum , Logum e Oxalá

OGUM AIAKÁ ( Ogum Rompe Mato ou Naruê ) = Fundamento com Oxalá e Yemanjá .

OXÓSSI IBUALAMA = Fundamento Com Obaluaiê
OXÓSSI AQUERÃ = Fundamento Com Ogum
OXÓSSI DANADÃNA = Fundamento Com Oxumarê
OXÓSSI MUTALAMBÔ = Fundamento Com Exu
OXÓSSI GONGOBILA = Fundamento Com Oxalá e Oxum

OMULÚ INTÔTO = Fundamento Com Lebára e Oxumarê
OMULÚ AJUNSUM = Fundamento Com Oxalá e Ogum ,
OBALUAIÊ JAGUM = Fundamento Com Lebára , Ogum e Oxaguiã
OBALUAIÊ XAPANÃ = Fundamento Com Nana , Oxalá e Oxossi
OBALUAIÊ AZOANI = Fundamento Com Oxossi
OBALUAIÊ AKEREJÉBE = Fundamento Com Oxumarê

XANGÔ AIRÁ = Fundamento Com Oxalá
XANGÔ AFONJÁ = Fundamento Com Yansã
XANGÔ BARU = Fundamento Com Lebára , Oxossi e oyá


YANSÃ IGBALÉ = Fundamento Com Obaluaiê / Omulu
YANSÃ OYÁ LEIÊ = Fundamento Com Oxossi
YANSÃ OYÁ ALUSTRAL = Fundamento Com Oxum
YANSÃ BAMBURUCENDA = Fundamento Com Egum

OXUM YÊ YÊ APARÁ = Fundamento Com Yansã
OXUM YÊ YÊ PONDÁ = Fundamento Com Oxalá
OXUM YÊ YÊ KARÊ = Fundamento Com Oxossi
OXUM YÊ YÊ ARÊ = Fundamento Com Oxossi
OXUM YÊ YÊ OKÊ = Fundamento Com Oxossi
OXUM YÊ YÊ MUIWÁ = Fundamento Com Xangô


YEMANJÁ ARABÔ = Fundamento Com legbára
YEMANJÁ YÁ SOBÁ = Fundamento Com Orumilá
YEMANJÁ YÁ ASSESSUM = Fundamento Com Oxalá

YEMANJÁ YÁ IEMOWÔ = Fundamento Com Oxalá

YEMANJÁ YÁ SUSSUAMÊ = Fundamento Com Oxalá

YEMANJÁ YÁ OGUM TÉ = Fundamento Com Ogum

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OS  EBÓS

 

Abaixo os nomes de alguns Ebós e suas finalidades. Existe  uma grande variedade de Ebós. Vamos citar aqui apenas os mais populares.

 

Ebó Etutu: sacrifício propiciatório de purificação para os falecidos ou um Orisa no período de iniciação. (carregado de elementos)
Ebó Iyònu: Sacrifício para transformar a Raiva, Ódio em Afeição ou obter os favores de um Orisa ou Ancestral.
Ebó-Opinodu: Sacrifício de alinhamento do Ori com o Odu pessoal.
Ebori: Sacrifício para Ori e o Orixá  auxiliar.
Ebó-Eledá: Sacrificio de alinhamento e conexão direta com Deus (criador).
Ebó Alafia: Oferecimento de tranqüilidade.
Ebó Omisi: Banho de Expurgação com elementos adequados.
Ebó Omi-Eró: Banho propiciatório de apaziguamento.
Ebó Idamewa: Oferecimento de dízimos ou beneficência (voluntaria), também inclui comidas e banquetes.
Ebó Itasile: Oferecimentos com petições e libações cerimoniais para os Orixá ou Egun Epo Ópé: Oferecimento de Ações de Graças ou Agradecimento com toques de Ilú (tambores), oferendas de Adimu’s e festividade para Ori/Orisha.
Ebó Oresisun ou Sisun: Sacrifício ao fogo. A destruição do sacrifício por fogo constitui a separação de um estado passado para uma dimensão futura.
Ebó-Fifí: Sacrifício às ondas. Situação semelhante ao prévio com o elemento Água.
Ebó Ese: Sacrifício para quem cometeu um pecado, quer dizer desobediências, quebra de tabu.
Ebó Eni: Sacrifício de esteira.
Ebó Ate, Ebo katerun ou Ebo Atepon: Ebó realizado somente pelo Awo de orumilá.
Ebó Epile: Sacrifício de fundação, na finalidade de estruturar um Ile Ifá/Orixá, uma casa residencial ou comercio.
Ebó Todara: Sacrifício bem elaborado de forma bem arrumada e ornamentada, muito bonito e agradável aos olhos, para fins de abundancia e sucesso.
Ebó Pajé: Sacrifício específico para neutralizar Bruxaria agressiva, Feitiços de amarração feitos por mulher feiticeira.
Ebò Epepa: Sacrifício para neutralizar pragas (maldições).
Ebó nifé: Sacrifício para união e harmonia no matrimonio, geralmente é executado com micro incisões no Ori de ambos interessados.
Ebó Awedo: Sacrifício de purificação nas águas de um rio bem limpo.
Ebó Ikuda: Sacrifício para tirar uma pessoa das mãos da Morte (Ikú).
Ebó Agberepota: Sacrifício de proteção contra perversidades de Inimigos físicos ou sobrenaturais.
Ebó Aségbe: Sacrifício de proteção pessoal.
Ebó Itá: Sacrifício executado para Ogum e Ossãe no terceiro dia após uma iniciação de Yaô.
Ebó Ìrán: Sacrifício de defesa e ataque.
Ebó Èró Elegun: Sacrifício para acalmar alguém possuído por Orixás.
Ebó Dìde Abiku: Sacrifício para manter um Abiku na Terra (vivo)
Ebó Tabi Ajé: Sacrifício para se tornar uma Iyámi.
Ebó Nidosù: Sacrifício pra tornar pessoa um iniciado em Orixá.
Ebó Àwúre: Sacrifício para benefícios.
Ebó Ajeru: Sacrifício para conseguir melhorar as finanças.
Ebó Owonini: Sacrifício para atrair dinheiro.
Ebó Arimolé owo: Sacrifício enterrado para atrair dinheiro.
Ebó Afòran: Sacrifício pra escapar de processos na justiça.
Ebó Isègun Òta; Sacrifício pra vencer Inimigos.
Ebó Ìféran: Sacrifício para conquistar Amizade, atrair Amor, Afeição.
Ebó Irogun: Sacrifício para evitar Confusão, Guerras, Desordem.
Ebó Ayekuro: Sacrifício pra acabar com Azar.
Ebó Awórò: Sacrifício para chamar fregueses.
Ebó Ìfa Ènìyàn: Sacrifício para atrair clientes.
Ebó Ìtaja: Sacrifício para ter sucesso nas vendas em comercio.
Ebó Omobi: Sacrifício para obter fertilidade e filho.
Ebó Ipélaye: Sacrifício para longevidade.
Ebó Ajodarà: Sacrifício para ter Boa viagem.
Ebó-Gbéré: Sacrifício de Incisões para penetração do Axé ou para proteção.

 

 

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TAMBORES NO CANDOMBLÉ

( Rum , Rumpí  e  Lé )

 

São três os atabaques em um terreiro, Rum, Rumpi e Lê, sendo o Rum o atabaque maior com som mais grave, é o atabaque responsável em puxar o toque da cantiga que está sendo cantada, no Rum ficaria o Alabê, Ogâ, ou Ogâ de Sala, como é conhecido por todos, seria o Ogâ responsável pelos toques. O Rumpi seria o segundo atabaque maior, tendo como importância responder ao atabaque Rum, e o Lê seria o terceiro atabaque onde fica o Ogâ que está iniciando ou aprendiz que acompanha o Rumpi. O Rum também é responsável para dobrar ou repicar o toque para que não fique um toque repetitivo. Os três atabaques que fazem soar o toque durante o ritual também são responsáveis pela convocação dos Orixás. Além dos atabaques, algumas casas usam também o agogô e o xequerê. Os Atabaques são instrumentos de grande importância dentro da casa, pois, são os segundos assentamentos mais importantes da casa, por isso devemos respeitá-los como se fossem ORIXÁS. Cada um é dado a um Orixá (ou caboclo) variando de casa pra casa. É geralmente feito de madeira de lei como o jacarandá, cedro ou mogno cortado em ripas largas e presas umas às outras com arcos de ferro de diferentes diâmetros que, de baixo para cima dão ao instrumento uma forma cônico-cilíndrica, na parte superior, a mais larga, são colocadas “travas” que prendem um pedaço de couro de boi bem curtido e muito bem esticado por um sistema de cravelhos para os Nagôs e os Gegês, e por cunhas de madeira para os tambores Ngomas, nos Congos e Angolas. O couro também merece cuidados, se passa dendê ou azeite e deixa-se no sol para que o couro fique mais esticado, e possa produzir um som melhor no atabaque. Cada atabaque tem suas obrigações a serem feitas, pois o atabaque representa um orixá. Ele recebe um ritual equivalente ao feito pelo filho de santo daquele Orixá à que é consagrado. Caso precise ser retirado do terreiro para manutenção, deve ser levado pelo ogâ até o altar, ao ariaxé e aos quatro cantos do terreiro antes de sair do mesmo. Tais instrumentos possuem um papel essencial nas cerimônias. Eles servem para manter o ambiente sob uma vibração homogênea e fazer com que todos os yaôs permaneçam em vibração. Somente o Alabê e seus auxiliares, que tiveram uma iniciação, têm o direito de tocá-los. Nos dias de festa, os atabaques podem ser envolvidos com tiras de pano, nas cores do Orixá evocado. Durante a cerimônia, eles saúdam com um ritmo especial, a chegada dos membros mais importantes de outras casas de axé e estes vem se curvar e tocar respeitosamente o chão, durante uma cerimônia, em frente aos atabaques, antes mesmo de saudar o Pai ou a Mãe de Santo do terreiro. No caso em que um desses atabaques seja derrubado ou venha a cair no chão durante uma cerimônia, esta é interrompida por alguns instantes, em sinal de contrição e respeito.

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